A filha do Sarney
Eric em 26 de Junho de 2009 @ 09:38
Já tá rolando pela internet um movimento Fora Sarney. A farra com o dinheiro público vem de longe. Olhem essa matéria da Veja de 1986.
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Eric em 26 de Junho de 2009 @ 09:38
Já tá rolando pela internet um movimento Fora Sarney. A farra com o dinheiro público vem de longe. Olhem essa matéria da Veja de 1986.
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Eric em 26 de Junho de 2009 @ 09:36
Sou casado, mas tenho diversos amigos (AMIGOS MESMO) que são padres. E temos aqui um belíssimo texto.
A graça de ser só
Pe. Fábio de MeloHá pessoas que acham um absurdo o fato de padre não poder casar. Ando pensando no valor de ser só. Talvez seja por causa da grande polêmica que envolveu a vida celibatária nos últimos dias. Interessante como as pessoas ficam querendo arrumar esposas para os padres.
Lutam, mesmo que não as tenhamos convocado para tal, para que recebamos o direito de nos casar e constituir família. Já presenciei discursos inflamados de pessoas que acham um absurdo o fato de padre não poder casar.
Eu também fico indignado, mas de outro modo. Fico indignado quando a sociedade interpreta a vida celibatária como mera restrição da vida sexual. Fico indignado quando vejo as pessoas se perderem em argumentos rasos, limitando uma questão tão complexa ao contexto do “pode ou não pode”. A sexualidade é apenas um detalhe da questão.
Castidade é muito mais. Castidade é um elemento que favorece a solidão frutuosa, pois nos coloca diante da possibilidade de fazer da vida uma experiência de doação plena.
Digo por mim. Eu não poderia ser um homem casado e levar a vida que levo. Não poderia privar os meus filhos de minha presença para fazer as escolhas que faço. O fato de não me casar, não me priva do amor. Eu o descubro de outros modos.
Tenho diante de mim a possibilidade de ser daqueles que precisam de minha presença. Na palavra que digo, na música que canto e no gesto que realizo, o todo de minha condição humana está colocado. É o que tento viver. É o que acredito ser o certo.
Nunca encarei o celibato como restrição. Esta opção de vida não me foi imposta. Ninguém me obrigou a ser padre, e, quando escolhi sê-lo, ninguém me enganou. Eu assumi livremente todas as possibilidades do meu ministério, mas também todos os limites. Não há escolhas humanas que só nos trarão possibilidades. Tudo é tecido a partir dos avessos e dos direitos. É questão de maturidade.
Eu não sou um homem solitário, apenas escolhi ser só. Não vivo lamentando o fato de não me casar. Ao contrário, sou muito feliz sendo quem eu sou e fazendo o que faço. Tenho meus limites, minhas lutas cotidianas para manter a minha fidelidade, mas não faço desta luta uma experiência de lamento. Já caí inúmeras vezes ao longo de minha vida. Não tenho medo das minhas quedas. Elas me humanizaram e me ajudaram a compreender o significado da misericórdia.
Eu não sou teórico. Vivo na carne a necessidade de estar em Deus para que minhas esperanças continuem vivas. Eu não sou por acaso. Sou fruto de um processo histórico que me faz perceber as pessoas que posso trazer para dentro do meu coração.
Deus me mostra. Ele me indica, por meio de minha sensibilidade, quais são as pessoas que poderão oferecer algum risco para minha castidade. Eu não me refiro somente ao perigo da sexualidade. Eu me refiro também às pessoas que querem me transformar em “propriedade privada”. Querem depositar sobre mim o seu universo de carências e necessidades, iludidas de que eu sou o redentor de suas vidas. Contra a castidade de um padre se peca de diversas formas.
É preciso pensar sobre isso. Não se trata de casar ou não.
Casamento não resolve os problemas do mundo. Nem sempre o casamento acaba com a solidão. Vejo casais em locais públicos em profundo estado de solidão. Não trocam palavras nem olhares. Não descobriram a beleza dos detalhes que a castidade sugere. Fizeram sexo demais, mas amaram de menos. Faltou castidade, encontro frutuoso, amor que não carece de sexo o tempo todo, porque sobrevive de outras formas de carinho.
É por isso que eu continuo aqui, lutando pelo direito de ser só, sem que isso pareça neurose ou imposição que alguém me fez. Da mesma forma que eu continuo lutando para que os casais descubram que o casamento também não é uma imposição. Só se casa aquele que quer. Por isso perguntamos sempre:
- É de livre e espontânea vontade que o fazeis?
- É simples.
Castos ou casados, ninguém está livre das obrigações do amor.
A fidelidade é o rosto mais sincero de nossas predileções.
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Eric em 16 de Junho de 2009 @ 14:08
Fará uma entrevista de emprego e não sabe o que responder ? veja o exemplo abaixo das perguntas frequentes feitas por um entrevistador e as respectivas respostas dada por um candidato.
Entrevistador - Como você administra a pressão?
Candidato - Ah, tranquilo. 11 por 7, no máximo 12 por 8 .
Entrevistador - Manter sempre o foco é muito importante. E me parece que você tem alguns lapsos de concentração.
Candidato - O senhor poderia repetir a pergunta?
Entrevistador - Como você se sente trabalhando em equipe?
Candidato - Bom, desde que não tenha gente dando palpite, me sinto muito bem.
Entrevistador - Como você se definiria em termos de flexibilidade?
Candidato- Ah, eu faço academia. Sou capaz de encostar o cotovelo na nuca.
Entrevistador - Nós somos uma empresa que nunca pára de perseguir objetivos.
Candidato - Que ótimo. E já conseguiram prender algum?
Entrevistador - Vejo que você demonstra uma tendência para discordar.
Candidato - Muito pelo contrário.
Entrevistador - Em sua opinião, quais seriam os atributos de um bom líder?
Candidato - Ah, são várias coisas. Mas a principal é ter liderança.
Entrevistador - Noto que você não mencionou a sua idade aqui no currículo.
Candidato - É que eu uso óculos, e isso me faz parecer mais velho.
Entrevistador - E qual é a sua idade?
Candidato - Com óculos ou sem óculos?
Entrevistador - Quais seriam seus pontos fracos?
Candidato - Ah, é o joelho. Até tive de parar de jogar futebol.
Entrevistador - Há alguma pergunta que você queria me fazer?
Candidato - Eu parei meu carro lá na rua. Será que eu vou ser multado?
Entrevistador - Por que, dentre tantos candidatos, nós deveríamos contratá-lo?
Candidato - Eu pensei que responder a isto fosse seu trabalho.
Entrevistador - Como você pode contribuir para melhorar nosso ambiente de trabalho?
Candidato - Bem, eu começaria trocando a recepcionista, que é muito feia.
Entrevistador - Várias pessoas que se sentaram aí nessa mesma cadeira hoje são gerentes.
Candidato - Puxa, o fabricante da cadeira vai ficar muito feliz em saber disso.
Entrevistador - Quando digo “Sucesso”, qual a primeira palavra que lhe vem à mente?
Candidato - Pode ser duas palavras?
Entrevistador - Pode.
Candidato - Milho. Nário. (depois dessa, melhor ficar quieto!! )
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Eric em 9 de Junho de 2009 @ 10:18
Gostaria de saber por qual faculdade se formou esse jornalista…

P.S.: nada como um post assim para ressuscitar o blog.
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Eric em 7 de Maio de 2009 @ 10:23
1. Teste o extintor de incêndio da agência.
2. Leve um aparelho de som 3X1 e coloque música gospel nas caixas.
3. Barbeie-se / depile-se.
4. Imite o ruído de fogos de artifício quando o caixa atender alguém.
5. Conte uma piada sem graça e ria sozinho.
6. Insinue que a grávida que está na fila do Caixa Preferencial usa
barriga postiça.
7. Compre um saco de pururucas e mastigue.
8. Venda rifa.
9. Leia em voz alta os folhetos de propaganda do banco.
10. Use um dos balcões para fazer abdominais, repetindo: “um, dois!”
11. Toda vez que o painel de senha mostrar um número, repita-o em voz alta.
12. Peça dinheiro emprestado ao vizinho.
13. Mantenha-se de costas para a pessoa à sua frente.
14. Peça para guardarem seu lugar e, ao voltar, passe na frente de quem
guardou.
15. Toque o jingle do banco com a boca, imitando um trombone.
16. Sempre que o caixa validar um documento, imite o ruído de uma
máquina registradora.
17. Leve um apito e toque-o sempre que a fila andar.
18. Informe as horas, minuto a minuto, seguido do slogan do banco.
19. Quando alguém não conseguir fazer uma operação no caixa eletrônico,
murmure: “OSTRA”.
20. Duble, em voz alta, o caixa dizendo a um cliente que o saldo dele
está negativo.
21. Quando a fila andar, finja que está cochilando.
22. Faça “din-don” sempre que uma pessoa entrar na fila.
23. Encoste o dedão à esquerda das costas da pessoa à sua frente. Quando
ela se voltar, vire bruscamente a cabeça para a direita.
24. Brinque de puxa-cueca com o colega da frente.
25. Cante uma da Jovem Guarda e diga: “TODO MUNDO COMIGO, SHA-LÁ-LÁ-LÀ!”
26. Passe um abaixo-assinado contra a política de juros altos.
27. Minta que há um caixa disponível, e sem fila, no andar de cima.
28. Espalhe que a senhora gorda, lá do fundo, tem uma arma na bolsa.
29. Pergunte se alguém quer ser sua testemunha num processo contra o banco.
30. Coma uma fatia de melancia e saia da fila toda hora para cuspir os
caroços.
31. Veja com o segurança se ele deixa você dar uma olhadinha no revólver
dele.
32. Pergunte ao caixa por que eles cospem no dinheiro quando vão contá-lo.
33. Conte histórias de assalto a banco.
34. Pergunte a um atendente aonde fica o caixa-forte.
35. Acenda um cigarro de palha.
36. Promova uma “ola”.
37. Monte um aviãozinho de papel e jogue na mesa do gerente.
38. Se um carro forte chegar, cantarole o tema de “Os Intocáveis”.
39. Ensine um colega de fila a fazer massagem cardíaca.
40. Pergunte se alguém quer ser seu fiador.
41. Escreva numa folha de papel: “IDIOTA NÚMERO 107” e fique segurando.
42. A cada cliente atendido, puxe uma salva de palmas para o caixa.
43. Ria descontroladamente das pessoas que ficam presas na porta giratória.
44. Lembre aos outros o que poderiam estar fazendo se não estivessem ali.
45. “Por que bancos gastam tanto com propaganda e nada com caixas?”
46. Leve uma marmita e almoce.
47. Na hora que um dos caixas sair para almoçar, berre: “PEGA!”
48. Coma uma goiaba.
49. Ofereça-se para segurar a pilha de documentos de um boy e derrube-a
no chão.
50. Quando chegar sua vez de ser atendido, puxe um longo discurso do
bolso e leia
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Eric em 16 de Fevereiro de 2009 @ 11:58
Olha essa:
Criança de 1 ano e 3 meses é internada por overdose de cocaína.
Isso em Várzea Grande, minha cidade.
Que Deus cuide dessa criança…
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Eric em 5 de Fevereiro de 2009 @ 09:56
2 meses parado é tempo demais?
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Eric em 26 de Novembro de 2008 @ 12:07
Tem horas que cansa. Tem horas que dá vontade de largar tudo.
Tem horas que a gente quer mais é desistir.
Eu estou numa hora dessas.
Cansado, exausto, com vontade de fechar a banca e jogar tudo pro ar.
Mas sei que não é esse o caminho.
Sei que é preciso prosseguir.
Sei que as dificuldades vem, mas elas também vão.
Sei que ao fim de tudo, elas me fortaleceram.
Sei que ao fim de tudo, encontrarei muitas razões para Louvar a Deus.
Porque todas as coisas concorrem para o bem dos que amam a Deus.
Para me acalmar, preciso olhar pra Ele.
E seguir caminhando.
Sempre caminhando.
Confiar. Sempre. Confiar.
Afinal, Ele é o Senhor da minha vida.
Que o Senhor me de coragem, fortaleza e paz nesse momento.
Essa é a minha oração.
Que o Senhor me ajude.
–
Não tenho o costume de usar esse blog para isso, mas hoje foi necessário.
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Eric em 21 de Novembro de 2008 @ 08:24
O Usado Fácil saiu na frente mais uma vez em Mato Grosso. Através do Youtube, estamos publicando vídeos dos carros no site. Obviamente isso tem um custo para nós, pois exige profissionais dedicados e competentes para a função, porém, acreditamos que os ganhos conseguidos serão ainda maiores.
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Eric em 13 de Novembro de 2008 @ 12:03
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Eric em 7 de Novembro de 2008 @ 12:57

Peguei no Zolhando.
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Eric em 5 de Novembro de 2008 @ 14:32
Clip oficial:
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Eric em 4 de Novembro de 2008 @ 14:40
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Eric em 4 de Novembro de 2008 @ 14:37
Cada vez que vou ao show do Roupa Nova, fico impressionado como eles tocam bem. Vale cada centavo.
Destaque? Tudo.
Mas gostaria de ressaltar o pout-pourri de rock depois do bis. Fantástico.
Já era fã, agora sou mais.
Curtam o vídeo, e creiam: ao vivo é melhor ainda!!!
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