Andando em círculos

Um pouco sobre tudo e muito sobre nada!

Arquivo de Abril de 2007

Super-man que se cuide: existe a criptonita.

E não é verde.
Não é radioativa.
Não veio de outro planeta.
Uma decepção.

Clique aqui para ler a notícia (fechada para assinantes UOL)

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Ufa. Essa também passou

Ontem foi duro. Jogo duro. Mas o Grêmio passou pelo Cerro Portenho, e mostrou, apesar de ter um time nada além de razoável, que para passar na Libertadores tem que ter raça. Vontade. E foi só isso que o Grêmio mostrou ontem, mas bastou.

A segunda fase apresentará um time com reforços. Vamos ver se melhora. Porque, com o futebol da primeira fase, nós já fizemos demais.

E, finalmente, as coisas voltaram ao normal no Rio Grande do Sul. 2006 foi um ano atípico, e os vermelhos vão viver uma vida inteira lembrando dele. Porque, outra vez, nunca mais.

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O lado B do automobilismo

Pessoal, comecei um novo blog, um projeto que eu já vinha pensando há alguns dias.

Como proprietário de um site, recebo diariamente dezenas de releases das assessorias de imprensa a respeito do andamento dos seus clientes, pilotos, equipes, categorias, etc.

Publico alguma coisa de tudo que recebo. Meu site não é sobre automobilismo em si, é mais sobre mercado, e alguma coisa a gente noticia sobre o universo das corridas.

Mas é um desperdício não publicar o que recebemos. De certa maneira, tem muita coisa que merece destaque ali. Por isso, iniciei o RELEASES B - O lado B do automobilismo. É um lugar que você vai poder acompanhar as notícias automobilísticas que não fazem parte da grande mídia. Nada de Felipe Massa, Rubens Barrichelo, Cacá Bueno. Lá você vai ler sobre Felipe Lapenna, Alan Khodair, etc. Gente que tá lutando por um lugar ao sol, e que precisa de divulgação. Um blog pode ser pouco (e é mesmo), mas já é alguma coisa. Então, quem quiser ajudar, é só visitar, e divulgar.

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Pitacos esportivos

  • O Grêmio mostrou porque é chamado de imortal. Aplicou uma goleada de 4x0 no Caxias e reverteu uma situação complicadíssima no Gauchão deste ano. Agora, que venha o Cerro amanhã. Se jogar como jogou na sexta, tá pra nós. Agora, Libertadores é BEEEEEM diferente de Gauchão.
  • Que golaço do Diego (ex-Santos), hein?

Mais informações a qualquer momento. :-P

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Stock Car 2007

Ontem teve a primeira corrida da temporada 2007 da Stock Car.
Gosto da categoria, ainda que os carros seja bolhas. De Astra, Bora, Lancer e 407 eles não tem nada nada nada. Mas…

Agora, o que foi a transmissão da Globo ontem? Absolutamente ridiculo. As cameras só focavam no Cacá Bueno. Era mostrando o capacete, o disco de freio, gráficos de aceleração, etc etc e etc… E, nesse interim, perderam a ultrapassagem que definiu a corrida. Isso porque o Cacá tava em décimo-alguma-coisa, imagina se ele tivesse em primeiro.

Absolutamente tendenciosa. Tudo pelo filho do Galvão.

E aí, o que acontece: pergunte para alguém que não acompanha a categoria se ele sabe o nome de algum piloto da Stock. Advinha que nome ele vai responder?

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A proposito

… eu fui vistar a Zero Hora hoje para saber mais sobre a desclassificação colorada. Obviamente não farei nenhuma piadinha a respeito, até porque hoje a noite quem corre o risco de não se classificar é o meu tricolor. Melhor ficar quieto.

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Mulheres grávidas

Um excelente conto do David Coimbra, da Zero Hora:

Mulheres grávidas

Mulher grávida é um troço assustador. Tem uma pessoa crescendo dentro da barriga dela. Selvagem. Animalesco. Compreensível que fiquem estranhas. Isso de desejo, por exemplo. A minha não tem tido muitos, salvo a necessidade imperiosa de comer uma granola do Lami no café da manhã, rúcula fresca colhida na hora durante o almoço, pizza margherita com muzzarella de búfala de Corrientes no jantar e manga cearense 10 minutos antes de dormir.

Mulher grávida só fala e só pensa em gravidez. Muito lógico. Eu, quando prensei meu dedo na porta do carro e o dedo inchou, só pensava e só falava no meu dedo. O mundo era o meu dedo, impressionava-me que as outras pessoas não estivessem se preocupando com meu dedo o dia inteiro. Uma gravidez é mais importante do que um dedo inchado, até porque de um dedo inchado não sai criança nenhuma. Assim, é natural a obsessão das grávidas.

Suponho que cada gravidez tenha sua peculiaridade. A da Marcinha, isto é, a da minha grávida, é que ela chora quando ouve uma música da Marisa Monte. Uma reação instantânea. Toca a música no rádio e ela buá. No começo aquilo me afligia, depois me acostumei. Dia desses, esperava por ela na frente de casa, ela vinha de carro. No momento em que dobrou a esquina, lá adiante, vi que cascateava em prantos. O carro parou. Abri a porta. Entrei. Coloquei o cinto. Perguntei:

- A música?

Ela, fungando:

- É.

E engatou a primeira.

Outro dia, notei que ela procurava um CD na estante. Procurava, procurava, até que encontrou. Marisa Monte. Eu:

- Não vai chorar…

Desistiu do CD. Botou o Nenhum de Nós. Devia estar louca para dar uma choradinha.

Nada disso me incomoda. Só me incomoda é que grávidas, certamente devido a alguma alteração hormonal, demoram mais para escolher o prato, quando no restaurante. Chega aquele cardápio do tamanho de uma lista telefônica e a Marcinha fica especulando. Precisa analisar todas as opções. Consultar o garçom:

- Como é que é o molho bechamel mesmo?

- Agnolini é aquela massa recheadinha?

E a pior de todas:

- Esse prato dá pra dois?

Trata-se de uma pergunta perigosa, porque às vezes a resposta é evasiva:

- Depende da fome…

Se depende da fome, torna-se necessário calcular a fome do outro comensal. No caso, eu. E aí vem mais uma rodada de questionamentos, qual a dimensão da minha fome, se me contento com um único bife, essas coisas. Se já seria agastante em condições normais, muito mais é se estou chegando a um restaurante, porque sempre que chego a um restaurante estou com fome e sempre que tenho fome fico irritado.

Que fazer? Desenvolvi um método, que agora, num serviço de utilidade pública, repasso a outros homens que, como eu, estejam em estado interessante. Basta aproveitar-se da lendária curiosidade feminina. Assim que o garçom aparece com o cardápio, diga, em tom de mistério:

- Aconteceu uma coisa terrível hoje…

Ela vai arregalar os olhos:

- Que é?

Ponha rápido um pãozinho do couvert na boca. Faça menção de que está prestes a falar, mas que não pode, está com a boca cheia, não se fala com a boca cheia. Ela vai ficar angustiada. Vai ficar perguntando o que é, o que é. Não responda. Quando terminar de engolir, beba um gole do chope, estale a língua e acrescente:

- Nunca pensei que ia acontecer uma coisa dessas.

- O que é? O que é???

Leve outro pãozinho à boca. Mastigue calmamente. Devagar. Bem devagar. Ela: que é? Que é??? Repita, meio mastigando:

- Pfoi… terrífel…

A essa altura, ela já largou o cardápio, o garçom está ao seu lado, e você:

- Filé a parmegiana, por favor.

Tente. Sempre funciona!

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Incêndio 2: a repercussão

Já começaram a aparecer as primeiras notícias a respeito do incêndio. Não sei não, meu relato foi mais interessante. Hehehehe.

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Plantar rosas resolve algo?

Acho que estou num dia meio ranzinza, sei lá. Mas quando eu vejo notícias como a de hoje, em que manifestantes plantam mais de mil rosas no Rio de Janeiro pela paz, eu não sei se rio ou se fico com raiva.

Sinceramente, essas passeatas, plantio de rosas, bóias no mar, e outras maluquices mais, para mim só tem uma função: aparecer! Essas ONGs Viva Rio, Movimento Rio Pela Paz, e as outras que vão de carona, na minha opinião, só querem aparecer. Seus atos beiram o ridículo. Sem eficácia nenhuma, e os participantes de tais “atos” sequer representam a real sociedade carioca. Na maioria são pessoas de classe média alta, com grande disponibilidade de tempo para perder com essas bobagens. Ou seja, não são quem tomam as decisões, muito menos quem trabalha de verdade. Mas aparecem na Globo. Dão até entrevistas.

Pra mim, é o que eles procuram: aparecer.
Só isso para explicar alguém se dedicar a situações infrutíferas, piegas, desconexas e fúteis.

Quem fazer algo de valor? Pega esse dinheiro que essas ONGs arrecadam com o governo (sim, vem de lá o dinheiro) e faça comida para os sem-teto, promova a higiene pessoal de quem vive na rua (ahh, mas isso é nojento…), atos de saúde em comunidades carentes, com dentistas, médicos, farmacias populares, construa salas de aula nas favelas, pague professores, construa casas populares, qualquer outra coisa. Mas vamos parar com esses atos ridiculos.

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Incêndio?

Hoje. Por volta de 9:30h da manhã. Uma colega de trabalho entra ofegante, cansada, agitada, falando que tava pegando fogo no prédio. Na escada, movimentação de funcionários descendo as escadarias. Nervosismo no ar. A conversa era de que o incêndio era no 7° andar. Como estamos no 2°, relativa tranquilidade. Todos começam a falar das possibilidades que teríamos para escapar. Temos aqui janelas amplas, e teríamos condições de descer por ali. Optamos pela escada mesmo.

Lá embaixo redes de televisão já estão entrevistando as personalidades políticas. Afinal, era o prédio da Prefeitura Municipal de Cuiabá. Muita gente olhando para cima procurando ver o fogo. Nem sinal. Os bombeiros chegam em seu caminhão e já sobem.

Nisso, o eletricista que trabalha conosco relata que não precisava se preocupar. Foi apenas um curto num aparelho de ar-condicionado. Porém, o tumulto continua. Até que chega alguém dizendo que não havia nada, era só o curto-circuito. E que poderíamos trabalhar tranquilamente.

Não foi nada, não foi nada. Mas em um lugar em que nada acontece, já foi alguma coisa.

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Pitacos esportivos

  • Felipe Massa fez uma bela corrida. Ele é rápido, sempre achei. Saindo na frente ele é quase imbatível. Minha preocupação com ele é quando ele está atrás de alguém. Espero estar errado. A desculpa que tenho ouvido de que ele é inexperiente para mim não cola. Ele já tem tempo de F1.
  • O Grêmio fez fiasco ontem. Nada mais a declarar
  • Não pude assistir a GP2 esse fim de semana, mas penso que talvez essa seja a categoria mais interessante e competitiva do mundo. Ano passado acompanhei e gostei muito.
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Pneumonia 3

Meu filho está melhorando. Sexta e sábado foram os dias mais difíceis. Domingo pela manhã também, por causa de uma reação alérgica ao antibiótico (que já trocou), a tarde ele foi melhorando. Hoje está até mais disposto.

Sei que isso é apenas da minha conta, mas estou tornando público para tranquilizar os parentes e amigos que acabam passando por aqui, e se preocupam.

A esses, um grande abraço.

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Pneumonia 2: a farmácia

Uma das maiores redes de drogarias na minha região é a Drogaria Aeroporto. Tem várias farmácias espalhadas por Cuiabá e Várzea Grande. E eles tem um serviço de entrega.

Pois bem.

Como disse no post anterior, meu bebê não está bem. Noite retrasada, ele estava precisando de alguns remédios. Resolvi ligar para pedir os medicamentos que ele estava precisando. Liguei as 00:30h. Meia-noite e meia. Expliquei a situação para o vendedor, dizendo que meu filho estava com febre alta, e precisava do remédio com certa urgência. “Tudo bem”, foi a resposta que recebi.

Moro a apenas 5 minutos da farmácia, mas dada a hora avançada, preferi a comodidade do disque-entrega.

Pois bem, esperamos até a 1h da manhã, e nada. Ligamos, eles informaram que o motoboy já havia saído para a entrega, e que ele só tinha uma entrega antes da nossa. Tudo bem. Continuamos a esperar.

1:15h: ligamos de novo para saber o que estava acontecendo. Fomos informados que o entregador tinha 5 outras entregas antes da nossa (já contradizendo a versão anterior), e que ele dava preferência para os locais mais próximos. Isso já me tirou do sério, pois eu havia pedido que fosse com uma certa urgência. E já se passara 45 minutos. Já era demais pra mim.

1:30h: nada do entregador, minha esposa resolve ligar. O vendedor da farmácia - de nome LEANDRO - é extremamente estúpido e fala que quem define as prioridades é a localização (deixando a entender que gravidade , necessidade e horário não são importantes). Não preciso nem dizer que ela esculhambou o cara.

1:40h: finalmente chega o entregador com os remédios.

E porque você não pegou o carro e não foi buscar os remédios, se o trem começou a ficar demorado? Porque todas as vezes que a gente ligou, eles GARANTIAM (como são sinceros, né?) que os remédios já estavam chegando. Absurdo, né?

Mas foi uma experiência positiva: aprendi que NUNCA posso confiar na entrega da Drogaria Aeroporto.

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Pneumonia

Meu filho está com pneumonia.
Isso me deixa um pouco sem assunto para o blog.

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Papai.

Só pra constar: na madrugada de quarta pra quinta meu filho falou PAPAI. :-D

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