Arquivo de Maio de 2007
Várias variáveis
- A Indy 500 foi uma piada. Corrida clássica que está visivelmente em decadência. E a palhaçada que fizeram com Tony Kanaan foi ridicula. Não sei se assisto de novo essa baboseira.
- O Grêmio está indo bem mais longe do que eu pensava na Libertadores da América. Chegou na semi, agora eu quero que seja campeão
Vamos ver se passamos pelo Santos. - Frio: dias de frio em Mato Grosso. Sinônimo de gripes e viroses por todo lugar. Aliás, tudo agora é “virose”. Meu filhinho é que acaba sofrendo com isso.
- Sumisso: não tem um único motivo para o meu sumisso desse espaço, apenas falta de vontade de postar. Se o blog se tornar (mais) uma obrigação, perde a graça. Por isso sumi por uns dias, mas voltei. Só quero postar quando der vontade, isso aqui não pode me escravizar. Não sou um pro-blogger. Sem comentários »
Aquarella Webcomics
Essa é para quem tem sensibilidade. Um site com uma webcomics (espécie de história em quadrinhos) muito linda, mas muito triste. Emocionante. Vale a visita.
Sem mais palavras.
Sem comentários »Segunda-feira
Chegou a segunda.
- Depois do dia das mães
- Depois da visita do papa
- Depois da derrota do Grêmio
- Depois da vitória do Massa
- Depois da derrota do Inter
- Depois do dia de Nossa Senhora de Fátima
- Depois de tudo isso, finalmente chega
uma NOVA SEGUNDA-FEIRA.
Boa semana para todos.
1 comentário »Economia
São poucos os dias de frio aqui em Cuiabá e Várzea Grande. Talvez não somem 10 por ano. Desse total, 3 foram essa semana, o que, calculo, deixam ainda uns 7 dias para serem esfriados em junho e julho.
Obviamente, o frio a que me refiro são temperaturas médias entre 12°C e 16°C. Para nossos padrões, isso já exige tirarmos as blusas e os casacos do armário. E economizar energia elétrica e combustível.
Economizar energia? Sim.
Economizar combustível? Sim.
Aqui, diferentemente de boa parte do país (e igual a outras tantas), ar-condicionado não tem status de artigo de luxo, e sim de necessidade. Para terem uma idéia, meu quarto tem ar-condicionado e ventilador de teto, e as vezes, para dormir, preciso ligar os dois.
Então, quando faz frio, como hoje, é uma excelente oportunidade para não se ligar os aparelhos de ar-condicionado. A gente chega a estranhar a ausência do ruido. O silêncio beira o incômodo.
Mas eu gosto do frio. Gosto ainda mais quando percebo que vou economizar um dinheirinho no fim do mês. Seja em energia elétrica, seja em combustível. Bom demais.
Sem comentários »Confissão
Confesso. Não acreditava. Até ontem a noite, eu não acreditava que dava para ganhar a Libertadores. Olhava para o Grêmio e via um time limitado, com várias deficiências, e que não aguentaria o tranco da Libertadores.
Hoje, tenho outra opinião.
Ainda vejo o Grêmio bastante limitado. Mas vejo uma superação fora do comum. Ontem, contra o melhor elenco do Brasil, o Grêmio nem tomou conhecimento. Dominou o jogo, não deixou jogar, e ganhou pelo score suficiente: 2x0. Desbancar o São Paulo em Libertadores não é fácil. Mas quem falou que o Grêmio joga pelo fácil?
As últimas 2 semanas tem sido muito boas.
Será que dá pra acreditar no tri-campeonato?
Acho que dá.
o rei e o deus
Tem gente que anda esquentada ultimamente:
- Roberto Carlos proibe publicação de biografia que nem leu.
- Maradona acusa governo de divulgar boatos sobre sua morte
Engraçado, um se acha rei, o outro deus. Tá invertido. Só quem se acha deus pode saber o que tá escrito num livro que nem leu, e só um rei iria se preocupar com coisas tão mundanas quanto um boato de morte.
1 comentário »Manifesto: Cancelem o Programa do Jô
Existem diversos motivos pelos quais lanço este manifesto pelo cancelamento do Programa Do Jô. Entre eles estão Lost, 24 Horas, a queda na audiência e o próprio apresentador.
Sempre existiram ressalvas ao desempenho de Jô Soares no comando de um talk show. Ele fala mais que seus entrevistados, interrompe exposições e costuma fazer piadas inadequadas. No entanto, seu programa era uma razoável opção para o início da madrugada até há alguns anos.
Os primeiros sinais de desgaste surgiram em 2004, quando a Globo substituiu parte das reprises do Programa Do Jô durante as férias do apresentador. No lugar, a emissora começou a transmitir 24 Horas, série de sucesso na televisão norte-americana e na TV paga brasileira.
Os episódios com o turbulento dia na vida de Jack Bauer turbinaram a audiência do horário. Empolgada com o sucesso, a Globo manteve a estratégia nos anos posteriores e, em 2006, decidiu colocar mais um seriado em sua grade de programação durante as férias de Jô Soares. Após exibir a quarta temporada de 24 Horas, emendou a transmissão do ano de estréia de Lost.
Outros sinais do desgaste do Programa Do Jô aconteceram fora do período de férias do apresentador. Notícias sobre a queda de audiência da atração são cada vez mais frequentes na imprensa. Jô Soares já levou vergonhosos sustos no Ibope de Gilberto Barros e Tom Cavalcante.
A queda na audiência é perfeitamente compreensível. O Programa Do Jô parou no tempo. Se acomodou sobre o trono da emissora líder em audiência no país. Os convidados são cada vez mais desinteressantes. Recentemente, Jô Soares dedicou dois blocos para entrevistar um desconhecido que é sósia do Papa Bento XVI.
Entrevistar desconhecidos não é um problema, mas acaba comprometendo a atração quando uma série de erros são cometidos ao mesmo tempo. Primeiro, não se deve dedicar muito tempo a uma entrevista que não rende apenas para que a duração do programa seja cumprida.
Outro problema grave é o despreparo do entrevistador. Fica cada vez mais claro que Jô Soares, na maior parte do tempo, apenas lê as perguntas preparadas pela produção. Em alguns casos, a leitura é relapsa. Ele solta perguntas do tipo “e aí, me conta a história do periquito”. A questão é feita tão fora de um contexto que, além de quebrar a dinâmica da entrevista, não é raro pegar o entrevistado de surpresa: “periquito? que periquito?”.
O apresentador iniciou sua carreira como entrevistador em 1988, no SBT, com o Jô Soares Onze E Meia. Ele permaneceu na emissora de Silvio Santos até 1999, quando retornou para a Globo, onde já tinha feito programas humorísticos como Faça Humor, Não Faça A Guerra, Planeta Dos Homens e Viva O Gordo.
Justificar a falta de agilidade do Programa Do Jô pelos longos anos em exibição não é algo aceitável. Nos Estados Unidos, programas como The Late Show With David Letterman e Tonight Show with Jay Leno têm quase a mesma duração da atração nacional. Mesmo assim, apresentam um fôlego muito, muito maior.
No lugar do Programa Do Jô a Globo poderia criar uma nova faixa de programas, que poderia misturar atrações internacionais - como 24 Horas, Lost e outros seriados - com nacionais. Que tal exibir Os Amadores, sucesso de crítica e público que espera há dois anos uma vaga na grade de programação? Ou musicais mais elaborados, como o novo Som Brasil? Até mesmo um novo talk show poderia ser desenvolvido, afinal louvo a estratégia da Globo de dar prioridade ao conteúdo nacional.
Seja qual for a opção, uma deveria ser certa: chegou a hora do fim do Programa Do Jô. Vocês concordam?
6 comentários »Bi-Campeão
Com toda autoridade. 4x1 em final não é para qualquer um!
Um viva ao único time gaúcho que comemorará títulos em 2007!!!
Fatos justificáveis
Como se pudesse justificar. Não há muito o que justificar.
Estive ausente nesse período no blog. Fato.
Posso arrumar mil desculpas diferentes, todas “justificáveis”.
Uma soma de diversas coisas aconteceram: acumulei trabalho, fato, estou cansado, fato, e que isso gerou uma certa preguiça - mais um fato - para atualizar o blog.
Nada como os fatos, não é?
1 comentário »