É… hoje começa tudo de novo. Os mesmos personagens, as mesmas teorias, os mesmos conchavos, os mesmos grupinhos, a combinação de votos, toneladas de futilidades em horário nobre, e milhões de brasileiros “dando uma espiadinha”.
Logo em seguida vem os paredões, as eliminações, as revistas com artigos e fotos, e toda a flatulência que acompanha esse “fenômeno” da mídia.
Tudo para, depois de algum tempo, ninguém mais lembrar de ninguém ali. É tudo vão e passageiro.
E todo mundo fala mal, mas assiste.
Big Brother Brasil? Eu? Prefiro ver um filme, ou ler um livro. Na minha TV não passa. Graças a Deus, eu não assisto. De verdade.
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