Arquivo da categoria ‘Opinião’
Show do Roupa Nova - Eu fui!
Cada vez que vou ao show do Roupa Nova, fico impressionado como eles tocam bem. Vale cada centavo.
Destaque? Tudo.
Mas gostaria de ressaltar o pout-pourri de rock depois do bis. Fantástico.
Já era fã, agora sou mais.
Curtam o vídeo, e creiam: ao vivo é melhor ainda!!!
Sem comentários »Aborto
Sou contra.
Em qualquer circunstância.
A vida de uma criança, para mim, é mais do que valiosa.
Só para registrar minha opinião.
Sem comentários »Ana Carolina
Duas horas de atraso. Isso por si só já seria motivo de eu me levantar e ir embora do local do show. Mas haviam amigos junto e resolvi evitar uma situação constrangedora. Minha esposa aguardava ansiosa a cantora entrar. Ela e todo mundo que estava no local. Menos eu, talvez, que já queria ir embora. O show estava marcado para as 21:30h, já eram 23:30 e nada de começar.
Pois enfim, começa. Ana Carolina decide chocar o público presente. Na frente do palco, um monte de mulher querendo chamar a atenção dela (e em alguns momentos realmente conseguindo), só faltavam pular no palco para agarrá-la. Não sei se alguém tentou e foi contida. Voltando ao assunto, Ana Carolina veio para chocar. Chocar pela sua voz grave e metálica, ímpar. Ao vivo consegue ser ainda mais impressionante. E chocar com o conteúdo das letras de suas músicas, algumas desnecessariamente obscenas. Ela parece ter uma fixação em falar o nome do órgão genital masculino. Pensei algumas razões para isso, mas este é um blog familiar e não convém mencionar.
As primeiras 4 ou 5 músicas do repertório do show me fazem ter cada vez mais vontade de ir embora. Não ouvi o último disco dela, mas o que ela cantou do disco achei horrível. Incrível alguém com aquela voz conseguir cantar algo e a gente achar horrível, mas foi o que aconteceu. Até que depois ela pegou o violão e (pela primeira vez) falou com o público que iria tocar algumas músicas dos discos anteriores. Ainda bem, mais duas ou três músicas do disco novo e eu iria catar minhas coisas e ir assistir as Olímpiadas que eu ganharia mais. Mas não, veio as belas músicas que me motivaram a gastar um bom dinheiro para ir a esse show.
Com arranjos renovados, e com um time de músicos de primeira, os sucessos começaram a vir. Um atrás do outro. E aí meu dinheiro começou a ficar bem gasto. Destaque para o tecladista - de muito bom gosto e técnica - e para o percussionista. Ana Carolina também mandou bem. Mandou bem no baixo, no violão, na guitarra e no pandeiro. Até que resolveu pegar o piano para cantar “É isso aí”. Aí ela perdeu 29 pontos comigo.
Primeiro porque essa é a música que eu mais gosto dela. Sabe aquelas músicas que te trazem recordações importantes, singelas. Essa é a música que me lembra o nascimento do meu filho. Então, de todo show, era a música que eu esperava.
Segundo porque sou tecladista, e me agrada muito ver um piano ou teclado bem tocado. Mas não foi assim. Honestamente, acho que como pianista, a Ana Carolina seria um excelente zagueiro de time de várzea. Ela batia no piano, sem dó. Não havia delicadeza ou expressividade. Nem sequer uma busca harmonica. Foi desastroso. E ainda mais por ter um excelente tecladista/pianista na banda.
Acho que determinados artistas não tem amigos. Tem apenas puxa-sacos. Só pode ser isso. Ela mandou bem no baixo, no violão, na guitarra e no pandeiro. Não precisava se arriscar. Ainda mais da forma que foi. Ela simplesmente ESTRAGOU a música.
Depois voltou para o violão/guitarra e a coisa voltou a normalidade. E o show continuou até o fim de forma razoável.
Agora, alguém me explica o porque do Bis? Eu sinceramente não entendo muito não. “Termina-se” o show, o palco continua escuro. É mais que óbvio que eles vão voltar. Não engana mais ninguém. Bom, todos fazem e acho que isso virou uma regra informal. Um ítem no contrato. Sei lá.
No geral, de zero a dez? Seis. No máximo. Duas horas de atraso para mim é sinal de uma grande falta de respeito com o público que estava lá. E o repertório extremamente irregular.
6 comentários »Dialética Marxista
A piada do professor cubano explicando dialética para um aluno:
-Hoje vou ensinar a Dialética, base do nosso pensamento marxista. Pense em dois homens, um sujo e outro limpinho, limpinho. Você tem um sabão. Para qual deles você o dá?
- Para o sujo, professor.
- Errado. Você tem de dar o sabonete para o limpinho, que é quem sabe usá-lo! Entendeu?
- Sim, sim.
- Farei outra pergunta para você: pense em dois homens, um sujo e outro limpinho, limpinho. Você tem um sabão. Para qual deles você o dá?
- Ué, esta é fácil. Dou para o limpinho! (responde o aluno, radiante e aliviado)
- Errado! Você tem de dá-lo para o sujo, que precisa dele, coitado.
- Professor…não entendi. Para que serve esta tal dialética? Para mim ela é uma merda!
E o professor:
- Agora você está começando a entender…
1 comentário »Sete em cada dez brasileiros são contra o aborto!
68% são contra o aborto no Brasil.
Cai o apoio à pena de morte de 55% para 47%.
O Data Folha acaba de revelar uma nova pesquisa de opinião pública
que confirma que a reprovação ao aborto no Brasil está aumentando de
ano para ano. Desta vez a reportagem foi publicada em destaque na
primeira página de domingo 06/04/08 da Folha de São Paulo.
A pergunta dos pesquisadores, feita a uma amostra de 4.044
brasileiros em 159 municípios, foi se o entrevistado pensa que o
aborto deve continuar sendo crime no país.
Em 2006 - 63% dos brasileiros responderam sim,
em 2007 - 65%
e agora em 2008 - 68%.
Sete em cada dez brasileiros, segundo a Folha de São Paulo, querem que
o aborto continue sendo crime.
Uma cópia das pesquisas do IBOPE em 2003 e 2005 pode ser
encontrada nos seguintes endereços:
http://www.pesquisasedocumentos.com.br/PesquisaIbope2003.pdf
http://www.pesquisasedocumentos.com.br/PesquisaIbope2005.pdf
O que o STF vai dizer ao Vinícius?
Por Sílvio L. Medeiros
Essa é a pergunta que fica se nossos ministros decidirem que a destruição de embriões humanos é licita em nome da ciência. Não só o STF, mas a grande imprensa, as clínicas de fertilização (ansiosos para dar um fim aos seus onerosos embriões), os cadeirantes que se jogaram no chão no momento da votação, todos deverão prestar contas ao pequeno Vinícius, este menininho que antes de ir parar no útero de sua mãe passou oito anos congelado num tanque de nitrogênio líquido [1].
Até agora ele é o brasileiro que mais tempo passou congelado para poder finalmente ver a luz do sol. E é cada dia maior a legião de crianças que se ajuntam a ele e a Laina Beasley, norte americana, nascida em 2005 e congelada por 13 anos [2], e que criam uma interrogação irrespondível nas nossas legislações que permitem a destruição dessas vidas humanas no seu primeiro estágio para pesquisa.
Sim, eles merecerão explicações. Foram chamados de inviáveis, descartáveis [3], amontoado de células [4], coisas e não pessoas (talvez um bem de consumo?) [5], mas estão aí. Tudo porque estavam há mais de 3 anos congelados numa clínica que não pediram para ir, e por isso mesmo negociados numa corte que opinou democraticamente se poderiam ser destruídos num laboratório. Merecerão boas explicações pelo que fizeram mesmo sendo possível criar células-tronco embrionária sem necessidade de se destruir embrião algum [6].
A justificativa de que eram “pré-embriões” (embriões não implantados), não vai adiantar pois um ser humano pode até ser privado de um ambiente favorável para seu desenvolvimento e ainda assim continuar humano. A justificativa de que ainda não haviam passado pela fase de nidação também nada pode resolver pois um ser humano não perde sua indentidade quando impedido de se alimentar. A justificativa de que ainda não detinham células do tecido nervoso também será insuficiente quando entenderem que o sistema nervoso humano só se completa anos depois do nascimento, e que nem por isso eliminamos nossos bebês recém-nascidos.
Todos temos direito a viver com dignidade, mas quem ousará definir do que é feita essa tal dignidade? O ministro Celso Mello defende a destruição de embriões humanos visando a possibilidade de uma vida digna para os que sofrem de doenças hoje incuráveis [7]. Mas caro ministro, desde quando limitação física reduz a dignidade humana? Desde quando o grau de drama de uma pessoa é critério ético para acabar com uma vida alheia?
O ministro relator, Carlos Britto, atrelou ainda a cura da limitação neurológica do filho de Diogo Mainardi às pesquisas com embriões humanos [8]. É claro que absolutamente todos queremos essa cura, mas quereríamos a custa da vida de um Vinícius, de uma Laina, de qualquer um? Pode-se pensar: não estaríamos matando ninguém pois eles ainda não existiam. Talvez não a olho nú, mas num microscópio veríamos todos eles muito bem. Cada um com um sexo, com uma cor de olhos e de cabelos, impressões digitais, tom de voz, tudo traçado em seus irrepetíveis DNAs. Se dissessemos um “oi” para o Vinícius, não seria para Laina. Se ainda acompanhássemos sua gestação, não nasceria nenhum outro do que aquele que vimos anteriormente com apenas 100 células. Poderia até ter outro nome, mas seria o mesmo. Somos porque fomos preservados desde o início.
De minha parte direi para o Vinícius se a extração de células-tronco embrionárias forem aprovadas pelo STF, que apesar do país em que vive afirmar que sua vida em um dado momento foi descartável, manipulável, violável, mesmo assim, ele possui um valor incalculável desde sempre, uma dignidade inalienável, intrínseca pelo fato de pertencer a raça humana; que apesar de ter sido relativizado por uma ética pragmática, não poderá jamais ser menor do que aquilo que realmente é: um ser humano pleno, completo, merecedor de todo respeito; que apesar de muitos cientistas terem o perdido como experimento, numerosos são aqueles que ganham com sua vida. Direi enfim, que existem leis que estão acima das nossas porque existem antes de nós, e que nos ensinam a não matar para salvar porque no fim, somos todos iguais.
[1] disponível em: http://www.bomdiabauru.com.br/index.asp?jbd=3&id=241&mat=97120
[2] disponível em: http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/us_and_americas/article540837.ece
[3] disponível em: http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=84389
[4] disponível em: http://www2.oabsp.org.br/asp/jornal/materias.asp?edicao=86&pagina=2112&tds=7&sub=0&sub2=0&pgNovo=67
[5] disponível em: http://www.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe0603200803.htm
[6] disponível em: http://noticias.uol.com.br/ultnot/2005/08/22/ult27u50831.jhtm
[7] disponível em: http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=84385
[8] disponível em: http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=84390
Para citar este artigo:
MEDEIROS, Sílvio L. Apostolado Veritatis Splendor: O que o STF vai dizer ao Vinícius?. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/4890. Desde 7/3/2008.
A mágica do IBest
Sou um frequentador assíduo de Blogs. Leio mais de 20 regularmente. Gosto de ler opiniões independentes de linha editorial. Gosto de ver as pessoas escreverem em tom pessoal, acho bacana. Foi isso que me fez abrir esse blog também. Apesar de não ser um blogueiro muito fiel (esse blog já ficou fechado por 4 meses ano passado), também gosto de contar com esse espaço para expor as coisas que sinto e penso. E as vezes para mostrar alguma bobagem também, afinal, ninguém é de ferro, rs…
Também faço parte das primeiras gerações de internautas. Dos que se conectavam com modens de 9.600kpbs, 14.400kpbs, 28.800kbps. Da época que a gente fazia site com fundos texturizados e títulos em Times New Roman. Vi a Nutecnet virar Zaz, que virou Terra. Conheci o Universo Online, antes dele ser conhecido como UOL, e só fazia buscas usando o Cadê. Cheguei até a navegar pela net usando o Lynx, em modo texto (DOS). Experiência interessante e para alguns até incompreensível.
Sou da turma que viu nascer o Prêmio Ibest. Eu mesmo já fiz a inscrição diversas vezes de sites de minha autoria (ou adminstrados por mim). Já cheguei a liderar Ibest regional. Até que um dia comecei a ver que o formato do prêmio IBest é muito bom. Para eles. Com esse concurso, eles ganham uma boa propaganda, de graça. Uma excelente propaganda. Tudo às nossas custas. Sem falar que as eleições não são exatamente “transparentes”. No IBest regional de Mato Grosso, já ganhou sites que nem eram daqui, um absurdo. Como que isso passou eu não tenho idéia.
Os grandes sites não participam do IBest, salvo raras excessões. E o IBest deixou de ser referencia quando resolveu ser provedor e portal, a serviço da Brasil Telecom. Se o IBest é um portal, como o Prêmio Ibest será isento? Que garantia temos? Qual a credibilidade de uma empresa assim?
Há muito tempo parei de acreditar nesse prêmio. Não me inscrevo, nem recomendo.
Mas não se pode deixar de perceber uma coisa: esse pessoal do Premio IBest é realmente muito esperto. Quando a coisa se esfriou com os grandes sites, eles atacaram os blogs. E confesso: já está me incomodando ver que, a cada 3 posts em diversos blogs que assino, 1 é de chamada para votar. Chega a me irritar.
Continuo frequentando esses blogs.
Mas não voto. Não adianta.
Prêmio IBest? Boa sorte para os que acreditam nele…
Começa tudo de novo
É… hoje começa tudo de novo. Os mesmos personagens, as mesmas teorias, os mesmos conchavos, os mesmos grupinhos, a combinação de votos, toneladas de futilidades em horário nobre, e milhões de brasileiros “dando uma espiadinha”.
Logo em seguida vem os paredões, as eliminações, as revistas com artigos e fotos, e toda a flatulência que acompanha esse “fenômeno” da mídia.
Tudo para, depois de algum tempo, ninguém mais lembrar de ninguém ali. É tudo vão e passageiro.
E todo mundo fala mal, mas assiste.
Big Brother Brasil? Eu? Prefiro ver um filme, ou ler um livro. Na minha TV não passa. Graças a Deus, eu não assisto. De verdade.
Sem comentários »Várias variáveis
- A Indy 500 foi uma piada. Corrida clássica que está visivelmente em decadência. E a palhaçada que fizeram com Tony Kanaan foi ridicula. Não sei se assisto de novo essa baboseira.
- O Grêmio está indo bem mais longe do que eu pensava na Libertadores da América. Chegou na semi, agora eu quero que seja campeão
Vamos ver se passamos pelo Santos. - Frio: dias de frio em Mato Grosso. Sinônimo de gripes e viroses por todo lugar. Aliás, tudo agora é “virose”. Meu filhinho é que acaba sofrendo com isso.
- Sumisso: não tem um único motivo para o meu sumisso desse espaço, apenas falta de vontade de postar. Se o blog se tornar (mais) uma obrigação, perde a graça. Por isso sumi por uns dias, mas voltei. Só quero postar quando der vontade, isso aqui não pode me escravizar. Não sou um pro-blogger. Sem comentários »
Manifesto: Cancelem o Programa do Jô
Existem diversos motivos pelos quais lanço este manifesto pelo cancelamento do Programa Do Jô. Entre eles estão Lost, 24 Horas, a queda na audiência e o próprio apresentador.
Sempre existiram ressalvas ao desempenho de Jô Soares no comando de um talk show. Ele fala mais que seus entrevistados, interrompe exposições e costuma fazer piadas inadequadas. No entanto, seu programa era uma razoável opção para o início da madrugada até há alguns anos.
Os primeiros sinais de desgaste surgiram em 2004, quando a Globo substituiu parte das reprises do Programa Do Jô durante as férias do apresentador. No lugar, a emissora começou a transmitir 24 Horas, série de sucesso na televisão norte-americana e na TV paga brasileira.
Os episódios com o turbulento dia na vida de Jack Bauer turbinaram a audiência do horário. Empolgada com o sucesso, a Globo manteve a estratégia nos anos posteriores e, em 2006, decidiu colocar mais um seriado em sua grade de programação durante as férias de Jô Soares. Após exibir a quarta temporada de 24 Horas, emendou a transmissão do ano de estréia de Lost.
Outros sinais do desgaste do Programa Do Jô aconteceram fora do período de férias do apresentador. Notícias sobre a queda de audiência da atração são cada vez mais frequentes na imprensa. Jô Soares já levou vergonhosos sustos no Ibope de Gilberto Barros e Tom Cavalcante.
A queda na audiência é perfeitamente compreensível. O Programa Do Jô parou no tempo. Se acomodou sobre o trono da emissora líder em audiência no país. Os convidados são cada vez mais desinteressantes. Recentemente, Jô Soares dedicou dois blocos para entrevistar um desconhecido que é sósia do Papa Bento XVI.
Entrevistar desconhecidos não é um problema, mas acaba comprometendo a atração quando uma série de erros são cometidos ao mesmo tempo. Primeiro, não se deve dedicar muito tempo a uma entrevista que não rende apenas para que a duração do programa seja cumprida.
Outro problema grave é o despreparo do entrevistador. Fica cada vez mais claro que Jô Soares, na maior parte do tempo, apenas lê as perguntas preparadas pela produção. Em alguns casos, a leitura é relapsa. Ele solta perguntas do tipo “e aí, me conta a história do periquito”. A questão é feita tão fora de um contexto que, além de quebrar a dinâmica da entrevista, não é raro pegar o entrevistado de surpresa: “periquito? que periquito?”.
O apresentador iniciou sua carreira como entrevistador em 1988, no SBT, com o Jô Soares Onze E Meia. Ele permaneceu na emissora de Silvio Santos até 1999, quando retornou para a Globo, onde já tinha feito programas humorísticos como Faça Humor, Não Faça A Guerra, Planeta Dos Homens e Viva O Gordo.
Justificar a falta de agilidade do Programa Do Jô pelos longos anos em exibição não é algo aceitável. Nos Estados Unidos, programas como The Late Show With David Letterman e Tonight Show with Jay Leno têm quase a mesma duração da atração nacional. Mesmo assim, apresentam um fôlego muito, muito maior.
No lugar do Programa Do Jô a Globo poderia criar uma nova faixa de programas, que poderia misturar atrações internacionais - como 24 Horas, Lost e outros seriados - com nacionais. Que tal exibir Os Amadores, sucesso de crítica e público que espera há dois anos uma vaga na grade de programação? Ou musicais mais elaborados, como o novo Som Brasil? Até mesmo um novo talk show poderia ser desenvolvido, afinal louvo a estratégia da Globo de dar prioridade ao conteúdo nacional.
Seja qual for a opção, uma deveria ser certa: chegou a hora do fim do Programa Do Jô. Vocês concordam?
6 comentários »Plantar rosas resolve algo?
Acho que estou num dia meio ranzinza, sei lá. Mas quando eu vejo notícias como a de hoje, em que manifestantes plantam mais de mil rosas no Rio de Janeiro pela paz, eu não sei se rio ou se fico com raiva.
Sinceramente, essas passeatas, plantio de rosas, bóias no mar, e outras maluquices mais, para mim só tem uma função: aparecer! Essas ONGs Viva Rio, Movimento Rio Pela Paz, e as outras que vão de carona, na minha opinião, só querem aparecer. Seus atos beiram o ridículo. Sem eficácia nenhuma, e os participantes de tais “atos” sequer representam a real sociedade carioca. Na maioria são pessoas de classe média alta, com grande disponibilidade de tempo para perder com essas bobagens. Ou seja, não são quem tomam as decisões, muito menos quem trabalha de verdade. Mas aparecem na Globo. Dão até entrevistas.
Pra mim, é o que eles procuram: aparecer.
Só isso para explicar alguém se dedicar a situações infrutíferas, piegas, desconexas e fúteis.
Quem fazer algo de valor? Pega esse dinheiro que essas ONGs arrecadam com o governo (sim, vem de lá o dinheiro) e faça comida para os sem-teto, promova a higiene pessoal de quem vive na rua (ahh, mas isso é nojento…), atos de saúde em comunidades carentes, com dentistas, médicos, farmacias populares, construa salas de aula nas favelas, pague professores, construa casas populares, qualquer outra coisa. Mas vamos parar com esses atos ridiculos.
1 comentário »Maldito Corporativismo
1 comentário »Quando leio uma notícia como esta, que comprova a impunidade, fico realmente arrasada. Além de ficar chateada, envergonhada, revoltada e sem esperanças, fico automaticamente tolhida no que me é mais caro, a liberdade.
Eu gostaria de escrever um post profundo sobre o corporativismo, sobre a atitude lamentável de acobertar um assassino, mas o medo toca todos os alarmes dentro de mim.
Se o Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo, por maioria, decidiu que o promotor Thales Ferri Schoedl, acusado de matar um rapaz e ferir outro na Riviera de São Lourenço, litoral de São Paulo, não vai perder a vitaliciedade do cargo, por puro corporativismo, imagine o que todas essas pessoas poderiam fazer contra uma pessoa como eu, uma blogueira qualquer.
O pai do rapaz que foi baleado pelo ‘acusado de matar’, a.k.a. assassino, disse exatamente isto, que “O corporativismo falou mais alto novamente”. O acusado não será nem mesmo exonerado do cargo.
E o que podemos fazer diante disso? Espernear? Mandar emails? O que de fato podemos fazer?
Já é ruim o bastante que a impunidade assole o país e liberte bandidos da pior espécie. Mas quando a própria justiça é injusta com o povo e acoberta seus pares de assassinatos por motivos torpes, em que se pode confiar?Nessas horas eu tenho muita vergonha de ser brasileira.
Uma vergonha que nem os jogos panamericanos e seu circo poderão aplacar.
Lembranças ao outro amigo de vocês, o promotor Igor Ferreira, solto até hoje depois de assassinar a mulher grávida.
Realmente são brasileiros preparados, estudados, diplomados como vocês que enterram nosso país no lamaçal onde estamos secularmente atolados.
Arquivo X
É antiga. As 3 últimas temporadas foram decepcionantes. Mas ainda é a série que eu mais gosto. Tanto que foi a única que eu tive coragem de comprar em DVD. A primeira temporada eu tenho já faz tempo, uns 6 meses.
Essa semana tomei coragem e comprei a segunda temporada.
99 reais nas Americanas.
É realmente incrível. Sinceramente, o clima de suspense é muito melhor do que qualquer Lost - e olha que eu gosto de Lost.
Arquivo X, até a 5ª temporada é o que há.
Pelo menos, para mim.
Sugestão de DVD
Depois de muito tempo, essa sessão renasce. O muito tempo deveu-se ao simples fato de que, por muito tempo, eu não comprei DVD’s.
Mas eis que fiz uma compra, uma boa compra:
Esse DVD traz uma bela homenagem de diversos artistas brasileiros ao quarteto de Liverpool. Gente como Samuel Rosa, Jane Duboc, Frejat, Lobão, Roupa Nova, Zizi Possi, Cássia Eller, Zelia Duncan, etc cantando as músicas que marcaram uma história.
Grande destaque para as faixas: Ob-la-di Ob-la-da com Samuel Rosa, Let it Be com Rosa Marya Colin (de onde saiu essa mulher??? Que voz!!!!), Golden Slumber (e adjacencias) com Cássia Eller, Revolution com Frejat. Essas músicas ficaram excelentes. Let it Be eu arranho dizer que pode ter sido uma das melhores versões dessa música - uma das minhas preferidas - que eu já ouvi.
As que deram uma caída no DVD foram: I’m So Tired com Nando Reis (péssimo como sempre), I Want To Hold Your Hand com Jota Quest (assassinaram a música com aquele jeito afetadíssimo do cantor) e, logicamente, Because com João Bosco (o que ele tem a ver com Beatles).
Aos que estranharam a presença de Cássia Eller vale dizer que o DVD é baseado em dois shows, um gravado em julho de 1999, e outro em 2000. E ela arrebenta! Nunca fui fã dela, sempre achei ela meio fraca como cantora, mas a participação dela no DVD me fez parar para pensar e rever meus conceitos. Nunca é tarde para isso, certo?
Em suma, gostei muito do DVD, e ele é baratinho. Deve ser porque, como você pode ver nos extras, como muita gente ali, eu também comecei minha vida musical graças aos Beatles. Roupa Nova e Beatles foram meus alicerces musicais quando resolvi ser tecladista. Mais Beatles que Roupa Nova, a ponto de meus pais quase ficarem loucos, de tanto que eu ouvia.
Rocky Balboa

Sábado passado fui ao cinema, depois de quase um ano sem pisar em um. Ir ao cinema é um dos meus passeios favoritos. Gosto de filmes, e nenhum home-theater substitui a sensação de assistir um filme na telona. O escolhido para encerrar esse hiato de cinema foi o novo velho Rocky.
Sinceramente? Fui ao cinema mais movido pelo saudosismo da trilha do que pela história em si, mas confesso que não me arrependi. Gostei do filme e não pude disfarçar a satisfação em cada minuto do filme. Stallone construiu uma história muito boa, com algumas falhas, é verdade, mas muito boa no geral.
É entretenimento puro. Não tem pretensão de ser mais do que isso. Não é um suspense, todos sabemos que ele vai lutar, que ele vai apanhar para caramba, que ele vai treinar duro, que vai tocar a musiquinha, que ele vai ficar triste boa parte do filme, como todo Rocky sempre fez. Mas, esse último, pelo menos na minha opinião, só perde para o primeiro.
Esse filme, para mim, valeu o ingresso.
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