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COM FÉ!
Certo dia eu estava ouvindo uma programação de uma rádio Evangélica, e ligou para a rádio uma senhora que estava passando por momentos muito difíceis. E ali através daquela oportunidade, ela resolveu fazer o seu apelo e disse:
- Eu estou passando por uma grande prova: o desemprego bateu em minha porta, tenho filhos pequenos, meu esposo está fazendo apenas alguns serviços extras, porém a renda não é suficiente. Se algum irmão puder me ajudar com algum alimento eu ficaria muito grata. Aquilo que DEUS tocar em seu coração eu agradeço e será de grande ajuda.
E ali ela aproveitou e falou seu endereço…
Porém, no momento deste apelo, um homem adepto de uma seita de magia negra estava ouvindo a programação e disse:
- É hoje que eu acabo com esta raça de cristãos, ah é hoje… Então o líder da seita se dirigiu para o mercado e fez aquela compra… De tudo ele
comprou e ainda comprou tudo em dobro.
Chegou a casa e disse para duas pessoas que trabalhavam para ele:
- Vocês vão até a casa desta senhora, vão entregar esta compra e quando ela perguntar quem mandou, vocês vão dizer à ela que foi o diabo. O diabo é quem
está enviando esta compra.
E assim seguiram aqueles dois homens rumo a casa da senhora. Bateram palmas e ela com toda a sua humildade os atendeu, e eles disseram:
- Viemos trazer estas compras para a Senhora!
E ela disse:
- Que maravilha! Entrem e coloquem aqui, por favor…
Os dois descarregavam tudo e a senhora ia dizendo:
- Que Deus abençoe vocês, muito obrigada, muito obrigada mesmo, de coração…
E aqueles dois homens pararam, olharam um para o outro e sussurraram:
- Ela não vai perguntar quem mandou a compra?
E o outro respondeu:
- Não sei não… Estranho né?
Então aquele homem com todo o seu atrevimento perguntou…
- Ei! Você não vai perguntar quem mandou esta compra não?
E a senhora com toda sabedoria respondeu:
- Não é preciso meu filho! Quando o meu Deus manda, até o diabo obedece!
Sem comentários »“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das
coisas que não se vêem” - Hebreus 11:1.
A graça de ser só
Sou casado, mas tenho diversos amigos (AMIGOS MESMO) que são padres. E temos aqui um belíssimo texto.
Sem comentários »A graça de ser só
Pe. Fábio de MeloHá pessoas que acham um absurdo o fato de padre não poder casar. Ando pensando no valor de ser só. Talvez seja por causa da grande polêmica que envolveu a vida celibatária nos últimos dias. Interessante como as pessoas ficam querendo arrumar esposas para os padres.
Lutam, mesmo que não as tenhamos convocado para tal, para que recebamos o direito de nos casar e constituir família. Já presenciei discursos inflamados de pessoas que acham um absurdo o fato de padre não poder casar.
Eu também fico indignado, mas de outro modo. Fico indignado quando a sociedade interpreta a vida celibatária como mera restrição da vida sexual. Fico indignado quando vejo as pessoas se perderem em argumentos rasos, limitando uma questão tão complexa ao contexto do “pode ou não pode”. A sexualidade é apenas um detalhe da questão.
Castidade é muito mais. Castidade é um elemento que favorece a solidão frutuosa, pois nos coloca diante da possibilidade de fazer da vida uma experiência de doação plena.
Digo por mim. Eu não poderia ser um homem casado e levar a vida que levo. Não poderia privar os meus filhos de minha presença para fazer as escolhas que faço. O fato de não me casar, não me priva do amor. Eu o descubro de outros modos.
Tenho diante de mim a possibilidade de ser daqueles que precisam de minha presença. Na palavra que digo, na música que canto e no gesto que realizo, o todo de minha condição humana está colocado. É o que tento viver. É o que acredito ser o certo.
Nunca encarei o celibato como restrição. Esta opção de vida não me foi imposta. Ninguém me obrigou a ser padre, e, quando escolhi sê-lo, ninguém me enganou. Eu assumi livremente todas as possibilidades do meu ministério, mas também todos os limites. Não há escolhas humanas que só nos trarão possibilidades. Tudo é tecido a partir dos avessos e dos direitos. É questão de maturidade.
Eu não sou um homem solitário, apenas escolhi ser só. Não vivo lamentando o fato de não me casar. Ao contrário, sou muito feliz sendo quem eu sou e fazendo o que faço. Tenho meus limites, minhas lutas cotidianas para manter a minha fidelidade, mas não faço desta luta uma experiência de lamento. Já caí inúmeras vezes ao longo de minha vida. Não tenho medo das minhas quedas. Elas me humanizaram e me ajudaram a compreender o significado da misericórdia.
Eu não sou teórico. Vivo na carne a necessidade de estar em Deus para que minhas esperanças continuem vivas. Eu não sou por acaso. Sou fruto de um processo histórico que me faz perceber as pessoas que posso trazer para dentro do meu coração.
Deus me mostra. Ele me indica, por meio de minha sensibilidade, quais são as pessoas que poderão oferecer algum risco para minha castidade. Eu não me refiro somente ao perigo da sexualidade. Eu me refiro também às pessoas que querem me transformar em “propriedade privada”. Querem depositar sobre mim o seu universo de carências e necessidades, iludidas de que eu sou o redentor de suas vidas. Contra a castidade de um padre se peca de diversas formas.
É preciso pensar sobre isso. Não se trata de casar ou não.
Casamento não resolve os problemas do mundo. Nem sempre o casamento acaba com a solidão. Vejo casais em locais públicos em profundo estado de solidão. Não trocam palavras nem olhares. Não descobriram a beleza dos detalhes que a castidade sugere. Fizeram sexo demais, mas amaram de menos. Faltou castidade, encontro frutuoso, amor que não carece de sexo o tempo todo, porque sobrevive de outras formas de carinho.
É por isso que eu continuo aqui, lutando pelo direito de ser só, sem que isso pareça neurose ou imposição que alguém me fez. Da mesma forma que eu continuo lutando para que os casais descubram que o casamento também não é uma imposição. Só se casa aquele que quer. Por isso perguntamos sempre:
- É de livre e espontânea vontade que o fazeis?
- É simples.
Castos ou casados, ninguém está livre das obrigações do amor.
A fidelidade é o rosto mais sincero de nossas predileções.
So tired
Tem horas que cansa. Tem horas que dá vontade de largar tudo.
Tem horas que a gente quer mais é desistir.
Eu estou numa hora dessas.
Cansado, exausto, com vontade de fechar a banca e jogar tudo pro ar.
Mas sei que não é esse o caminho.
Sei que é preciso prosseguir.
Sei que as dificuldades vem, mas elas também vão.
Sei que ao fim de tudo, elas me fortaleceram.
Sei que ao fim de tudo, encontrarei muitas razões para Louvar a Deus.
Porque todas as coisas concorrem para o bem dos que amam a Deus.
Para me acalmar, preciso olhar pra Ele.
E seguir caminhando.
Sempre caminhando.
Confiar. Sempre. Confiar.
Afinal, Ele é o Senhor da minha vida.
Que o Senhor me de coragem, fortaleza e paz nesse momento.
Essa é a minha oração.
Que o Senhor me ajude.
–
Não tenho o costume de usar esse blog para isso, mas hoje foi necessário.
Sem comentários »Saudades : : LUTO

Temos um anjinho no céu. Não tenho mais o que escrever.
Meu coração está de luto.
Mais informações, clique aqui. E aqui.
1 comentário »O que o STF vai dizer ao Vinícius?
Por Sílvio L. Medeiros
Essa é a pergunta que fica se nossos ministros decidirem que a destruição de embriões humanos é licita em nome da ciência. Não só o STF, mas a grande imprensa, as clínicas de fertilização (ansiosos para dar um fim aos seus onerosos embriões), os cadeirantes que se jogaram no chão no momento da votação, todos deverão prestar contas ao pequeno Vinícius, este menininho que antes de ir parar no útero de sua mãe passou oito anos congelado num tanque de nitrogênio líquido [1].
Até agora ele é o brasileiro que mais tempo passou congelado para poder finalmente ver a luz do sol. E é cada dia maior a legião de crianças que se ajuntam a ele e a Laina Beasley, norte americana, nascida em 2005 e congelada por 13 anos [2], e que criam uma interrogação irrespondível nas nossas legislações que permitem a destruição dessas vidas humanas no seu primeiro estágio para pesquisa.
Sim, eles merecerão explicações. Foram chamados de inviáveis, descartáveis [3], amontoado de células [4], coisas e não pessoas (talvez um bem de consumo?) [5], mas estão aí. Tudo porque estavam há mais de 3 anos congelados numa clínica que não pediram para ir, e por isso mesmo negociados numa corte que opinou democraticamente se poderiam ser destruídos num laboratório. Merecerão boas explicações pelo que fizeram mesmo sendo possível criar células-tronco embrionária sem necessidade de se destruir embrião algum [6].
A justificativa de que eram “pré-embriões” (embriões não implantados), não vai adiantar pois um ser humano pode até ser privado de um ambiente favorável para seu desenvolvimento e ainda assim continuar humano. A justificativa de que ainda não haviam passado pela fase de nidação também nada pode resolver pois um ser humano não perde sua indentidade quando impedido de se alimentar. A justificativa de que ainda não detinham células do tecido nervoso também será insuficiente quando entenderem que o sistema nervoso humano só se completa anos depois do nascimento, e que nem por isso eliminamos nossos bebês recém-nascidos.
Todos temos direito a viver com dignidade, mas quem ousará definir do que é feita essa tal dignidade? O ministro Celso Mello defende a destruição de embriões humanos visando a possibilidade de uma vida digna para os que sofrem de doenças hoje incuráveis [7]. Mas caro ministro, desde quando limitação física reduz a dignidade humana? Desde quando o grau de drama de uma pessoa é critério ético para acabar com uma vida alheia?
O ministro relator, Carlos Britto, atrelou ainda a cura da limitação neurológica do filho de Diogo Mainardi às pesquisas com embriões humanos [8]. É claro que absolutamente todos queremos essa cura, mas quereríamos a custa da vida de um Vinícius, de uma Laina, de qualquer um? Pode-se pensar: não estaríamos matando ninguém pois eles ainda não existiam. Talvez não a olho nú, mas num microscópio veríamos todos eles muito bem. Cada um com um sexo, com uma cor de olhos e de cabelos, impressões digitais, tom de voz, tudo traçado em seus irrepetíveis DNAs. Se dissessemos um “oi” para o Vinícius, não seria para Laina. Se ainda acompanhássemos sua gestação, não nasceria nenhum outro do que aquele que vimos anteriormente com apenas 100 células. Poderia até ter outro nome, mas seria o mesmo. Somos porque fomos preservados desde o início.
De minha parte direi para o Vinícius se a extração de células-tronco embrionárias forem aprovadas pelo STF, que apesar do país em que vive afirmar que sua vida em um dado momento foi descartável, manipulável, violável, mesmo assim, ele possui um valor incalculável desde sempre, uma dignidade inalienável, intrínseca pelo fato de pertencer a raça humana; que apesar de ter sido relativizado por uma ética pragmática, não poderá jamais ser menor do que aquilo que realmente é: um ser humano pleno, completo, merecedor de todo respeito; que apesar de muitos cientistas terem o perdido como experimento, numerosos são aqueles que ganham com sua vida. Direi enfim, que existem leis que estão acima das nossas porque existem antes de nós, e que nos ensinam a não matar para salvar porque no fim, somos todos iguais.
[1] disponível em: http://www.bomdiabauru.com.br/index.asp?jbd=3&id=241&mat=97120
[2] disponível em: http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/us_and_americas/article540837.ece
[3] disponível em: http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=84389
[4] disponível em: http://www2.oabsp.org.br/asp/jornal/materias.asp?edicao=86&pagina=2112&tds=7&sub=0&sub2=0&pgNovo=67
[5] disponível em: http://www.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe0603200803.htm
[6] disponível em: http://noticias.uol.com.br/ultnot/2005/08/22/ult27u50831.jhtm
[7] disponível em: http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=84385
[8] disponível em: http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=84390
Para citar este artigo:
MEDEIROS, Sílvio L. Apostolado Veritatis Splendor: O que o STF vai dizer ao Vinícius?. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/4890. Desde 7/3/2008.
Rádio Beatitudes

Galera, para quem - como eu - passa o dia on, nada como poder passar o dia ouvindo música católica de qualidade, além de informações, orações (como o terço da misericórdia) e muito mais.
Acessaí:
webrádio Beatitudes
Blog da rádio Beatitudes
Comunidade Beatitudes
Imprensa: dois lados?
Acabo de ler uma notícia (fechado para não assinantes), que saiu no El País e foi publicado no UOL, na sessão Mídia Global - já devidamente traduzida em português. A nota fala sobre a reação de uma parte da Igreja sobre a punição que será imposta ao teólogo Jon Sobrino - teólogo da libertação.
Até aí tudo bem. É notícia. Tem lá os depoimentos do reacionário bispo Casaldáliga, do “cospe-no-prato-que-comeu” Leonardo Boff. O porém é que, em NENHUM momento, o outro lado da questão é consultado. Quem ler a notícia não tem a menor idéia do que houve. O que fica parecendo é que a Igreja simplesmente persegue a Teologia da Libertação de uma forma sintomática e vingativa, o que nem de longe é verdade, mas que é a forma que a Imprensa gosta de trabalhar as questões da fé.
Eu sempre acreditei que um bom jornalismo prisma pela isenção, por mostrar os dois lados. E, desta vez, nem era a revista Veja. Era um dos maiores jornais da Europa.
Tá cada vez mais difícil encontrar um veículo de comunicação verdadeiramente confiável.
Sem comentários »Novo post
Novo post no Ministério das Artes.
Quem se interessar, leia e comente.
Foi dada a largada: mais um blog na praça
Eis que surge na blogosfera mais um projeto em que eu participo: o Blog do Ministério das Artes. Diferentemente deste espaço, o novo blog tem uma proposta definida de conteúdo e de público, e os assuntos lá abordados procuram ter impacto imediato na vida dos artistas da Renovação Carismática Católica.
O conteúdo será elaborado por diversos autores envolvidos com a formação dos artistas na RCC, e a manutenção do espaço será feita por mim. Além de conteúdos de formação, o blog nascente também tem objetivo de ser um espaço para trocas de idéias, colaboração e desenvolvimento de novas amizades.
Com apoio oficial do Conselho Estadual da Renovação Carismática Católica em Mato Grosso, o blog já se encontra no ar com alguns posts, merecendo já a visita dos interessados, bem como a interação do público com sugestões e críticas a respeito da proposta.
Esperamos sua visita e também seu comentário.
Ahh, o endereço do blog, caso nâo tenha visto o link é http://ministeriodasartes.wordpress.com
Obrigado
Eric Martini
Coordenador Estadual do Ministério das Artes
RCC - MT
Oração
Senhor meu Deus, tenho passado por dias difíceis.
O Senhor tem visto, então sabes que é verdade.
Olho para diversas partes da minha vida e as vezes tenho a impressão de que está tudo ruindo, desmoronando. Sei que não é verdade, mas é como eu me sinto.
Por isso eu te peço, Senhor: olha pra mim.
Ajuda-me a enfrentar os problemas que tenho que enfrentar.
Ensina-me a tomar as decisões corretas.
Ensina-me a amar mais.
Mas, principalmente, ensina-me a aceitar os teus caminhos.
Quero fazer tua vontade, acima da minha.
Ensina-me a confiar em Ti, cegamente.
Ensina-me a esperar em Ti, sofrer tuas demoras.
…
Dá-me a sabedoria que partilha de vosso trono, pois o que sou?
Um homem fraco, cuja existência é breve,
incapaz de conhecer vossos designios e vossas leis
Incapaz de reconhecer aquilo que está ao alcance das minhas mãos. Que dirá saber os mistérios insondáveis da vida…
…
Dá-me Senhor, a sua sabedoria.
Porque, nesse momento, eu preciso muito.
Viagem e novos projetos
Cheguei de Brasília na noite de domingo para segunda. Não lembro o horário. Lembro apenas que o avião atrasou mais de uma hora para sair. Lembro também do atendimento preferencial da GOL - estávamos com um bebê de colo - que conseguia ser mais lento que o atendimento normal. E também lembro que descobri que as poltronas mais confortáveis para se viajar num avião da GOL são as de número 1, que - pelo menos essas - tem espaço para as pernas. Com uma criança no colo, isso faz toda a diferença.
Agora, mudando um pouco de assunto, estarei nos próximos dias inaugurando um novo blog. Que não será “meu”, na verdade. É um projeto de formação para artistas da Renovação Carismática Católica, em formato de Blog. Estamos desenvolvendo a idéia e o blog, para daqui uns dias lançarmos algo interessante e eficiente. Estou bastante motivado e empolgado com a idéia. Acredito que após um ano que estou mexendo na blogosfera, eu esteja suficientemente experiente para administrar isso.
Daqui uns dias, espero apresentar novidades para vocês.
O adeus.
Ainda não sei como escrever. É muito difícil falar sobre esse assunto. Como abordar, que palavras usar, tudo é muito complicado. Iniciei esse texto diversas vezes, e nenhuma me agradou. Se esse passou, é porque não consegui escrever nada melhor.
O fato é que o querido Padre Léo faleceu ontem. Tinha apenas 45 anos. Novo, muito novo.
O Pe. Léo foi uma figura única na Igreja Católica no Brasil. Excelente pregador, sabia muito bem como dizer coisas complexas e profundas de uma forma leve, solta, engraçada até, e que atingia em cheio nossas vidas. Mineiro, morava em SP, onde mantinha uma comunidade para tratamento de dependentes químicos. Pregava por todo o Brasil. Seus encontros eram memoráveis, e sua simples presença normalmente fazia lotar os lugares por onde passava. Era muito querido.
Há cerca de um ano, um cancer lhe acometeu. Passou por muitas dificuldades, mas sempre passando uma mensagem de santidade e conversão. Chegou a escrever um livro durante a doença: “Buscai as coisas do alto”.
Toquei em retiros com ele umas 6 ou 7 vezes, talvez mais, talvez menos. Não lembro mesmo. Mas não faz mal. Tenho a plena convicção de que ele está junto dos braços do Pai nesse momento. Talvez trocando uma idéia com João Paulo II, e contanto histórias sobre sua querida Biguá. E divertindo a todos lá no céu.
Padre Léo, obrigado.
Intercede pela gente, a gente precisa. E muito!
RCC
Quero comentar algo aqui que não costuma fazer parte da “pauta” do blog (que chique, o blog tem pauta). Quero falar da Renovação Carismática Católica (RCC).
Hoje recebi um e-mail de um amigo descendo o malho na RCC. Me doeu. De verdade. Sou católico, pratico a minha fé de verdade, ajudo na Igreja e sou músico. Dentro da Igreja, trabalho no movimento RCC. Foi onde eu me encontrei dentro da minha fé. Foi onde eu me encontrei como pessoa e como filho de Deus. E ne dedico a esse movimento. Amo mesmo.
Por isso me doeu tanto esse ataque. A RCC tem defeitos e problemas? Claro que tem, como tudo o resto nesse mundo. Onde tem gente, tem problema. Faz parte. Sou uma pessoa consciente desses problemas que enfrentamos, e procuro me empenhar ao máximo em ajudar a saná-los. Procuro estudar mais, conhecer mais, e ajudar as pessoas a conhecerem mais. É o que faço e gosto de fazer.
Quando alguém critica meu movimento, da forma como ele foi criticado, eu fico realmente incomodado. Dói em mim. É como aquele caso: “eu sei que minha mãe tem defeitos, mas não quero que você os fale assim”. Sei lá.
Procuro respeitar cada movimento, cada denominação religiosa. O importante, para mim, é a pessoa se encontrar com o Deus vivo que eu me encontrei. Se não quer encontrar, tudo bem, a escolha é de cada um. Não saio por aí atacando nada, nem criticando.
Deve ser por isso que me dói tanto quando a critica destrutiva chega. Deve ser…
5 comentários »O valor do sofrimento
Vou postar aqui um texto meu que coloquei num outro espaço em 12 de agosto de 2005. Continuo acreditanto nas mesmas coisas e acho válido “repostar” aqui, visto que o público desse espaço é diferente do outro.
Segue:
Sem comentários »Sofrer nem sempre é ruim. Pelo contrário. O sofrimento, muitas vezes, é uma excelente ocasião de crescimento para nossas vidas. Quando sofremos, devemos tentar enxergar (e nem sempre é fácil) onde Deus pode nos levar com esse sofrimento, o que Ele pode nos ensinar.
Da pessoa que sou hoje, devo muito aos momentos de sofrimento que enfrentei em minha vida. E a pessoa que me tornarei amanhã será por intermédio do que Deus me ensinar quando eu sofrer.
Somos vaidosos, somos arrogantes. O sofrimento nos ensina a colocar-nos em nossos lugares.
Senhor Deus, permita que, ao sofremos, possamos enxergar o que podes fazer em cada um de nós nestes momentos. Ensinamentos, aprendizados. E que eu saiba carregar a minha cruz tendo como modelo o Senhor, que carregou todo o peso de nossos pecados com o coração cheio de amor.