Adversidade
Quarta, 1 de Outubro de 2008Nao receie a adversidade: lembre-se de que os papagaios de papel sobem contra o vento e não a favor dele.
- Hamilton Mable
Direto do Palavra Aguda
Eric é casado com Carol e pai do João Paulo. Músico, católico, fã de automobilismo e empresário. Trabalha em um portal de anúncio de veículos,
Nao receie a adversidade: lembre-se de que os papagaios de papel sobem contra o vento e não a favor dele.
- Hamilton Mable
Direto do Palavra Aguda
É isso aí pessoal
Carol está grávida de novo!!!
Está chegando mais uma criança no mundo!!!
Que Deus abençoe essa gravidez!
Estamos muito felizes!
Até 2004 eu possuia outro blog, que se chamava, vejam só, EricLândia. E lá tem vários textos legais, que vou publicar de vez em quando aqui, para registrar no Andando em Círculos. Afinal, se estou “andando em círculos”, de vez em quando eu volto ao ponto de origem, não é mesmo?
Bom, lá vai:
1 -
Uma menina estava conversando com a sua professora.
A professora disse que era fisicamente impossível que uma baleia engula um
ser humano porque apesar de ser um mamífero muito grande, a sua garganta é
muito pequena.
A menina afirmou que Jonas foi engolido por uma baleia. Irritada, a professora repetiu que uma baleia não poderia engolir nenhum ser
humano; era fisicamente impossível.
A menina, então disse:
- “Quando eu morrer e for ao céu, vou perguntar a Jonas”.
A professora lhe perguntou:
- “E o que vai acontecer se Jonas tiver ido ao inferno?”
A menina respondeu:
- “Então é a senhora que vai lhe perguntar.”
2 -
Uma professora de creche observava as crianças de sua turma desenhando. Ocasionalmente passeava pela sala para ver os trabalhos de cada criança. Quando chegou perto de uma menina que trabalhava intensamente, perguntou o
que desenhava.
A menina respondeu:
- “Estou desenhando Deus.”
A professora parou e disse:
- “Mas ninguém sabe como é Deus.
Sem piscar e sem levantar os olhos de seu desenho, a menina respondeu:
- “Saberão dentro de um minuto”.
3 -
Uma honesta menina de sete anos admitiu calmamente a seus pais que Luís
Miguel havia lhe dado um beijo depois da aula.
-”E como aconteceu isso?”
perguntou a mãe assustada.
- “Não foi fácil”, admitiu a pequena senhorita, mas três meninas me ajudaram
a segurá-lo”.
4 -
Um dia, uma menina estava sentada observando sua mãe lavar os pratos na
cozinha. De repente, percebeu que sua mãe tinha vários cabelos brancos que
sobressaíam entre a sua cabeleira escura.
Olhou para sua mãe e lhe perguntou:
- “Porque você tem tantos cabelos brancos, mamãe?”
A mãe respondeu:
- “Bom, cada vez que você faz algo de ruim e me faz chorar ou me faz triste,
um de meus cabelos fica branco.
A menina digeriu esta revelação por alguns instantes e logo disse:
- “Mãe, porque TODOS os cabelos de minha avó estão brancos?”
5 -
Um menino de três anos foi com seu pai ver uma ninhada de gatinhos que
havia acabado de nascer.
De volta à casa, contou com excitação para sua mãe que havia gatinhos e
gatinhas.
- “Como você soube disso?”
perguntou a mãe.
- “Papai os levantou e olhou por baixo, acho que ali estava a etiqueta”. respondeu o menino.
6 -
Todas as crianças haviam saído na fotografia e a professora estava
tentando persuadi-los a comprar
uma cópia da foto do grupo.
- “Imaginem que bonito será quando vocês forem grandes e todos digam ali
está Catarina, é advogada, ou também ‘Este é o Miguel. Agora é médico”.
Ouviu-se uma vozinha vinda do fundo da sala:
- “E ali está a professora. Já morreu.”
Vou reproduzir aqui, um texto que fiz para o blog VSP Automóveis:

O Palio ainda é o segundo veículo mais vendido do país. Este posto, a princípio, parece não sofrer perigo. Mas o compacto da Fiat, que ficava sempre muito próximo do Gol em vendas, parece que está perdendo o folego desde o lançamento do Gol G5. Tudo bem que o Gol ainda é novidade e coisa e tal, mas ao que parece a Fiat terá que se mexer para começar a anular a luz amarela que deve ter acendido nos escritórios da montadora italiana.
Confira os números nos últimos 4 meses (2 meses antes do lançamento do novo Gol, e 2 meses com o novo Gol):
MAIO 2008:
Gol 21641 unidades vendidas
Palio 19458 unidades vendidas
JUNHO 2008 (prestes a sair o novo modelo do Gol):
Gol 24475 unidades vendidas
Palio 20281 unidades vendidas
JULHO 2008 (com o lançamento do novo Gol):
Gol 31081 unidades vendidas (arrebentou!)
Palio 22076 unidades vendidas (subiu um pouco, mas o mês foi extremamente forte - todo mundo subiu)
AGOSTO 2008 (queda geral nas vendas):
Gol 27113 unidades vendidas
Palio 15780 unidades vendidas (menor índice no ano)
A diferença chegou a mais de 11 mil carros mês passado. É uma diferença extremamente considerável.
Sei que existem apaixonados pela Fiat e apaixonados pelo Gol. Essa análise procura ser imparcial, vendo apenas os números.
O que acha, leitor? Será que o Palio consegue retomar o fôlego?
P.S.: Os números de vendas são fornecidos pela FENABRAVE - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores.
—-
Para saber quais veículos estão vendendo mais no Brasil, não deixe de acompanhar a sessão ranking, no Blog do Usado Fácil.
Sou contra.
Em qualquer circunstância.
A vida de uma criança, para mim, é mais do que valiosa.
Só para registrar minha opinião.
Duas horas de atraso. Isso por si só já seria motivo de eu me levantar e ir embora do local do show. Mas haviam amigos junto e resolvi evitar uma situação constrangedora. Minha esposa aguardava ansiosa a cantora entrar. Ela e todo mundo que estava no local. Menos eu, talvez, que já queria ir embora. O show estava marcado para as 21:30h, já eram 23:30 e nada de começar.
Pois enfim, começa. Ana Carolina decide chocar o público presente. Na frente do palco, um monte de mulher querendo chamar a atenção dela (e em alguns momentos realmente conseguindo), só faltavam pular no palco para agarrá-la. Não sei se alguém tentou e foi contida. Voltando ao assunto, Ana Carolina veio para chocar. Chocar pela sua voz grave e metálica, ímpar. Ao vivo consegue ser ainda mais impressionante. E chocar com o conteúdo das letras de suas músicas, algumas desnecessariamente obscenas. Ela parece ter uma fixação em falar o nome do órgão genital masculino. Pensei algumas razões para isso, mas este é um blog familiar e não convém mencionar.
As primeiras 4 ou 5 músicas do repertório do show me fazem ter cada vez mais vontade de ir embora. Não ouvi o último disco dela, mas o que ela cantou do disco achei horrível. Incrível alguém com aquela voz conseguir cantar algo e a gente achar horrível, mas foi o que aconteceu. Até que depois ela pegou o violão e (pela primeira vez) falou com o público que iria tocar algumas músicas dos discos anteriores. Ainda bem, mais duas ou três músicas do disco novo e eu iria catar minhas coisas e ir assistir as Olímpiadas que eu ganharia mais. Mas não, veio as belas músicas que me motivaram a gastar um bom dinheiro para ir a esse show.
Com arranjos renovados, e com um time de músicos de primeira, os sucessos começaram a vir. Um atrás do outro. E aí meu dinheiro começou a ficar bem gasto. Destaque para o tecladista - de muito bom gosto e técnica - e para o percussionista. Ana Carolina também mandou bem. Mandou bem no baixo, no violão, na guitarra e no pandeiro. Até que resolveu pegar o piano para cantar “É isso aí”. Aí ela perdeu 29 pontos comigo.
Primeiro porque essa é a música que eu mais gosto dela. Sabe aquelas músicas que te trazem recordações importantes, singelas. Essa é a música que me lembra o nascimento do meu filho. Então, de todo show, era a música que eu esperava.
Segundo porque sou tecladista, e me agrada muito ver um piano ou teclado bem tocado. Mas não foi assim. Honestamente, acho que como pianista, a Ana Carolina seria um excelente zagueiro de time de várzea. Ela batia no piano, sem dó. Não havia delicadeza ou expressividade. Nem sequer uma busca harmonica. Foi desastroso. E ainda mais por ter um excelente tecladista/pianista na banda.
Acho que determinados artistas não tem amigos. Tem apenas puxa-sacos. Só pode ser isso. Ela mandou bem no baixo, no violão, na guitarra e no pandeiro. Não precisava se arriscar. Ainda mais da forma que foi. Ela simplesmente ESTRAGOU a música.
Depois voltou para o violão/guitarra e a coisa voltou a normalidade. E o show continuou até o fim de forma razoável.
Agora, alguém me explica o porque do Bis? Eu sinceramente não entendo muito não. “Termina-se” o show, o palco continua escuro. É mais que óbvio que eles vão voltar. Não engana mais ninguém. Bom, todos fazem e acho que isso virou uma regra informal. Um ítem no contrato. Sei lá.
No geral, de zero a dez? Seis. No máximo. Duas horas de atraso para mim é sinal de uma grande falta de respeito com o público que estava lá. E o repertório extremamente irregular.
E confesso que nunca estive tão desinteressado do assunto. Não me importa quantas medalhas de ouro o Brasil conquistará, quantos recordes mundiais serão batidos, e nem quais serão as formas de protestos que alguns tentarão fazer na China comunista.
Nos outros anos, havia sempre uma “expectativa” acompanhando o início dos jogos olímpicos. Uma vontade de ver tudo, acompanhar tudo. Mas, dessa vez não.
Deve ser a idade. Sei lá.